quarta-feira, 4 de novembro de 2009



http://www.deepbeep.com.br/circuitohalls/

Parabéns Lísias Paiva & Thiago Sá Menezes

é so o começo.........

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

S2

como o lísias e o thi me mostraram a lomo a primeira vez ha uns pares de anos atrás, não podia deixar de publicar aqui (e dedicar também) meu trabalhinho final da pós feito só com a supersampler e a actionsampler.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

HAPPY BIRTHDAY, DEEDEE!!!




segunda-feira, 10 de agosto de 2009

metralhadora ra-tá-tá-tá!

thiago, te dedico!

domingo, 26 de julho de 2009

coletivo

coletivo passalacqua aguarda materias quentes de deedee em nyc

quinta-feira, 23 de julho de 2009

abaixo as velhas chatas

Pessoas que interferem no tempo, tenho achado mais e mais importante desprezá-las. Elas gostam de contaminar o futuro com previsões precisas, do tipo "o mundo acabará em 2012". Tem também as que contaminam o presente com o passado, é o tipo mais fácil de encontrar, elas vem com a máxima "no meu tempo... antigamente... hoje não se faz cocô como antes". Um outro tipo que aparece às vezes é o que contamina o presente com o próprio presente, mas de realidades distintas. São os que fazem comparações entre países, por exemplo, normalmente para denegrir o nosso.
Quem gosta de divulgar negatividades se esquece que humanos são movidos a positividades. Aliás, quem gosta de cutucar o tempo para afogar suas mágoas não sabe o que é tempo, não sabe seu significado, sua compreensão física, sua origem e seu lugar no espaço, não sabe o que é relatividade, porque quando ouve essa palavra pensa que é "aquela teoria em que tudo é relativo". Acho que para mexer com o tempo, uma propriedade física, é preciso razão, não emoção, a não ser para contar piadas.
O filósofo Pierre Lévy, ao discorrer sobre o que é o virtual, explica seus conceitos de realidade e atualização, que, simplificando, significam o presente, a concretude. Quando algo existe aqui e agora, esse algo é uma potencialidade que está sendo atualizada. Quando deixa de existir aqui e agora, continua existindo potencialmente. E antes de existir aqui e agora, também é uma potencialidade. Nós humanos dispomos de órgãos sensíveis às atualizações, já para as potências só temos a imaginação. O que você prefere, atualizar e ser contemporânea ou potencializar e ser datada (e desprezada por mim)?

segunda-feira, 20 de julho de 2009

CASO REAL

Nome: Kelly Fernanda Martins.
Idade: 26 anos.
Residência: Guadalupe, bairro da zona norte do Rio de Janeiro.
Estado Civil: Casou-se com 14 anos, mas estava divorciada há três.
Filhos: Igor (6 anos) e Bruno (12 anos).
Escolaridade: 5ª série do Ensino Fundamental. Segundo sua mãe, como foi trabalhar muito cedo, logo parou de estudar.
Profissão/Trabalho: Nos meses que antecederam o embarque para Israel, tinha trabalhado como guardadora de carros e faxineira em casa de família.
Condições Socioeconômicas: Família pobre. Morava com a mãe, S.R.M., que é empregada doméstica, e com os dois filhos.
O “Caso Kelly” só tornou-se público porque sua mãe, S. R. M., 48 anos, procurou o jornal O GLOBO, no dia 22/10/1996, para denunciar que sua filha fora assassinada na Espanha, por integrantes de uma quadrilha que aliciava brasileiras para trabalharem no exterior, mas na realidade as obrigavam a prostituirem-se.
No dia seguinte, 23/10, o jornal veiculou extensa matéria sobre o caso, iniciando uma ampla cobertura sobre o que passou a denominar “Caso Kelly”, “o primeiro que chega ao conhecimento do Itamaraty denunciando a existência de uma rede internacional de prostituição em Israel, com a exploração de mulheres brasileiras”.
Em depoimentos à Polícia Federal e ao GLOBO, Selma disse que, em agosto de 1996, Kelly estava em uma festa junina, quando foi abordada por Rosana e Suzana, moradoras do bairro
de Ricardo de Albuquerque, zona norte do município do Rio de Janeiro, que tentaram convencê-la a trabalhar em Israel, onde ganharia muito dinheiro.
Desde então, ambas passaram a freqüentar sua casa, tentando convencer Kelly, que, de acordo com sua mãe, não queria ir. Rosana chegou a contar que já trabalhara como babá em Tel Aviv e que, se Kelly fosse, ganharia U$ 1,500 por mês. Suzana deu a ‘cartada decisiva’ na ida de Kelly: disse que há 2 anos vinha ganhando muito dinheiro com esses contratos de trabalho e que a própria filha tinha sido babá em Tel Aviv.
Cerca de vinte dias depois, Kelly aceitou o convite para trabalhar em lanchonetes ou em casas de família. Entrou em contato com Célia Steinberg, brasileira que vive em Tel Aviv, que lhe enviou somente a passagem de ida. Kelly embarcou em 25/08/1998, com mais duas mulheres:

“Minha filha viajou para Israel cheia de planos. Ela sonhava muito em comprar uma casa para ela e para os filhos... foi disposta a trabalhar em lanchonetes e em casa de família, como já tinha feito no Rio.”

Ao chegar no aeroporto de Paris, de onde pegaria outro avião para Israel, Kelly telefonou para a mãe dizendo que a história “não era bem aquela” que lhe haviam prometido: a pretexto de providenciar o visto de entrada em Israel, dois homens, um deles falando fluentemente o português, tomaram-lhe o passaporte. Ao chegar em Israel, eles separaram-na das outras mulheres, levando-a para uma boate. Sem entender o idioma local e não sabendo como recorrer à Embaixada brasileira, Kelly viu-se obrigada a prosseguir no esquema. Em outro telefonema, ela avisou à mãe que fora vendida por U$ 300 para uma quadrilha, aparentemente chefiada por um homem chamado Yossi, dono de uma boate, que a mantinha
em cárcere privado e obrigava-a a drogar-se e a prostituir-se com cerca de 10 homens por noite, para receber os U$ 1,500 que lhe haviam sido prometidos. Selma relatou que após os telefonemas da filha, foi pelo menos 3 vezes à casa de Suzana: “eu estava em pânico, mas a infeliz me dizia que a Kelly estava só estranhando os primeiros dias e sentindo falta do Brasil”.
De acordo com a mãe, Kelly ligava uma vez por semana, mas sempre era vigiada. No dia 16 de outubro, ela ligou, avisando que havia encontrado o seu passaporte embaixo de um sofá e que
por isso, estaria sendo ameaçada de morte por Yossi: “Minha filha disse que conseguiu escapar e ir até o orelhão...dizia que o Yossi tinha avisado que se ela tentasse fugir, iria matá-la e depois acabaria com a sua família no Brasil. Minha filha estava transtornada e eu não sabia o que fazer! Não conheço ninguém, não tenho recursos e nem sabia a quem procurar!”
No mesmo dia, Selma disse ter ligado para a DOPS da Polícia Federal, mas não pôde ser atendida porque, segundo disseram a ela, o expediente havia sido encerrado por volta das 17 horas.
No dia 17/10, Selma recebeu um telefonema anônimo, no qual lhe disseram que Kelly estava em coma. No dia seguinte, 18/10, Célia Steinberg ligou para ela para dizer que sua filha morrera de overdose e pedir U$ 3,500 para custear as despesas do traslado do corpo para o Brasil. Sem informações e sem saber o que fazer, Selma procurou o jornal O GLOBO. Suas denúncias não se restringiram à filha, apontando para a existência de uma rede de tráfico de mulheres para exploração sexual comercial, já que, quando ela foi procurar Suzana para saber o que estava acontecendo, esta disse-lhe que Célia Steinberg havia lhe pedido que arrumasse 15 mulheres para trabalhar em Tel Aviv e que elas poderiam, inclusive, ser menores de idade.

O Itamaraty lamentou que a mãe de Kelly não tenha denunciado as agressões que a filha vinha sofrendo, pois seria possível enviar um comunicado urgente ao Governo de Israel, para que a investigação fosse feita pelo Serviço Secreto Israelense. Entretanto, a Superintendência da Polícia Federal do Rio de Janeiro admitiu que, embora só tenha aberto inquérito após a denúncia de Selma, sabia, oficialmente, desde o início de setembro, da existência de um esquema de tráfico de mulheres para Israel e Espanha.
Dois dias depois da reportagem inicial de O GLOBO, a polícia de Israel deu uma batida na Boite em que Kelly trabalhava e resgatou 8 brasileiras que eram mantidas em cárcere privado e obrigadas a prostituirem-se. De Tel Aviv, elas contaram aos seus parentes que o corpo de Kelly foi encontrado numa rua, com o passaporte sobre o peito.

domingo, 19 de julho de 2009

vik muniz

Em seu mais recente trabalho o artista faz uma homenagem ao rei do pop. A obra irá a leilão pela Christie's no próximo dia 23, em NY. Parte da renda será revertida para orfanatos e ONGs ambientais.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

noite ilustrada

vocês viram que é o dj da semana no deepbeep?




e arrasou!

june, love u!

sábado, 4 de julho de 2009

bicha mirim

sexta-feira, 26 de junho de 2009

r.i.p.

caralho viu?



ontem soh ouvi michael por todos os lugares que eu passei.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

loveparade

Quando tinha 14 anos eu assistia esse clipe nas madrugadas da MTV. Nunca tinha ido em boate nem parada gay, o video exercitava minha curiosidade e imaginação, demais, era o meu preferido. Gravei num VHS, voltei a fita várias vezes reparando nas pessoas e nas roupas, a música dominou a cabeça. Hoje, 10 anos depois, vi de novo, lembrei de todas as caras e coisas, um flashback. Entre tempo e memória há algo místico, que só deve interessar aos neurocientistas mais sensíveis.
http://www.youtube.com/watch?v=RWw-BGIhJ_s